quarta-feira, 8 de abril de 2009

Calçadas estão virando botecos

A cada dia que passa, percebo que o que mais cresce am Goiânia é o número de botecos. Não só aqueles estruturados com cozinha própria, funcionários, alvará de funcionamento, mas, principalmente, aqueles ao céu aberto, invadindo nossas calçadas sem qualquer tipo de higiene e limpeza. Ao léu se assa a carne, sem se pensar nos malefícios desta atividade.
Basta você armar uma tenda, colocar uma churrasqueira, mesas e cadeiras e, "voilà", mais um boteco.
O que mais mexe com a minha mente paulistana é constatar que este último tipo de boteco é o mais requisitado: pessoas se aglomeram em calçadas e pedem seus espetinhos e cerveja. Para não perder a sua clientela, os outros botecos, dentro de um padrão de mais conforto e normas, estão tentando se adequar. Abrem mão do seu salão e na frente do seus estabelecimentos também armam suas barracas para usar como chamariz. Como se explica tal fenômeno?
Onde estão os fiscais desta Goiânia desvairada? E os pagantes de impostos que não reagem a tal invasão?
É inadmissível que eu tenha que me submeter às leis do
T U D O P O D E.
Quero uma cidade condizente com seu status de cidade grande.
Depois reclamam quando são chamados de roceiros.
Ninguém vai fazer nada? Os fiscais da prefeitura, vigilância sanitária, AMT?
Então puxe a cadeira e vamos comer um churrasquinho.

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